sábado, 30 de julho de 2011

Não espere nada mas de um... É até que foi bom!




No início era tudo novidade, qualquer demonstração de carinho e afeto era traduzida em palavras, gestos ou até numa mensagem de telefone. Tudo sempre muito intenso e até um pouco insano, passando por cima de suspeitas e achismos, sendo assim resumida no final de “relacionamento perfeito”, Só alegria, só coisa boa, só momentos fodas.
 Mais como nem sempre o final é feliz, a bruxa veio e acabou todo esse encanto e alegria que estava acontecendo. Seria um mal que abrange essas pessoas modernas, ligadas e super  antenadas de serem volúveis aos seus sentimentos e achar que ninguém mais é capaz de ter um sentimento verdadeiro e sendo assim generalizando tudo e todos e consequentemente desacreditando que um dia acharam a tampa de sua panela?
          Infelizmente pra alguns isso se torna uma realidade, creio que não desejada mais sim adquiria com o tempo e pancadas sofridas durante suas passagens pela terra da fantasia que intitulam de amor, paixão, apego... Tornando isso tudo em uma armadura blindada contra sentimentos e qualquer outro tipo de coisa que fosse derivada dessa palavra.








texto a mil anos salvo no pc... esperando a hora certa pra postar.
=*

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Dia de São Valentim

Sabem por que desse nome? Dizem que são Valentim era um padre que ajudava casais apaixonados a se casarem enquanto um imperador chapacrazy proibio, sendo assim super a favor do amor! Ah o amor, essa palavra que nos consome, nos persegue por toda vida, e eu não to falando de amor mãe e filho, amor de irmão... Amor de família, eu to falando de amor entre homem e mulher, mulher e mulher, homem e homem... Homem mulher e outra mulher, Rs... Vai entender, não mandamos em nossos corações, não escolhemos por quem gostamos, por que assim seria muito bom, - aH, hoje eu quero me apaixonar por Vin Disel [#achoGATO] e PLIM! Nããão, que isso... Perdemos a cabeça, linha e compostura por quem menos esperamos e quando nos damos contas estamos ali sendo clichês, bregas e sonhando com o dia em que casaremos e teremos filhos lindos, um cachorro e uma casinha azul com janelas amarela... Amar é isso, é ser brega e não ligar, é ser meloso e nem notar, é bajular sem perceber, é ser idiotamente alesado e achar tudo lindo! Fico abismada quando vejo um casal que se respeita que tem aquele feeling que todos esperamos um dia ter, quando vejo um casal que tem aquela cumplicidade que eles não fazem um pingo de esforço pra materializar tudo aquilo que desejamos  ter de outra pessoa, não é forçado, não é pra mostrar pro mundo que são sim o casal perfeito, eles não precisam disso! Eles simplesmente se amam e conseqüentemente não precisam fazer nenhum esforço para exalar felicidade.
                Acho valida toda forma de amar, se nela tiver cumplicidade, respeito e um toque de liberdade. Claro, liberdade sim, por que não?  Um relacionamento é feito de duas [ou mais] pessoas e pessoas [GRAÇAS A DEUS] não são iguais, isso que dá liga nessa coisa linda que estamos a procura, mais do que aquele pote cheio de ouro no final do arco-íris, diga-se de passagem.
                A data mais esperada do ano para os casais apaixonados, dia em que todos ficam melosos, romântico, desejando para sempre a tampa da sua panela, um romance bem mexicano que de preferência você seja a protagonista e no final o tão esperado beijo e o final feliz. É fácil notar quem está amando, fica tudo rosa ao redor, com estrelinhas cadentes caindo a todo estante e a cada uma que cai é um perdido de que aquele momento se torne eterno, é tudo muito fofo, quase um conto de fadas, é adultos chegam a acreditar nisso em plenos 30 e poucos anos, não acredita? Pergunta a uma mulher solteira, bem sucedida, bem resolvida, independente o que ela mais procura? - AAH UM PRINCIPE ENCANTADO, que nos tempos de hoje não vem mais num cavalo branco, mais sim num belo carro esporte do ano de preferência... É temos que adaptar os contos para os dias de hoje, por que sejamos sinceros, cavalo é um pouco incomodo e difícil de cuidar em apartamento ;), ta vendo...Não adianta, somos eternos românticos mesmo vivendo nesse mudo caótico que irá acabar em 2012 Oo! NããO! Preciso encontra antes alguém quem me chame de amor, bebe, xuxu, amorzinho, minha, esses adjetivos que usam quando estão amando.
                Acho engraçado esse dia, é incrível como tudo se torna perfeito, ela tem um namorado que num vale o que o gato esconde na terra mais naquele dia, aquele... Ele compra presente, manda buquê de rosas  [prefiro lírios] pra o trabalho ou faculdade dela, aluga aquele carro de som pra ficar berrando aquela musica de Zezé de Camargo e Lu – É O AMOOOOOOOOOOOOOOR.... Na janela da individua, compra no peixe urbano aquele cupom que dá 45% off naquele motel  LUSHO que você sempre quis ir e ele nunca te levou, vai naquela loja de lingeries bapho que sempre que você passa suspira por aquela calcinha que só a primeira parcela vai metade do seu salário ai ele vai lá e compra pra você, coloca dentro de uma caixinha linda que a irmã dele ou até mesmo a mulher da loja fez deixa tudo perfeito e no final vocês tem a noite mais linda do ano! E depois tudo volta a ser como era antes, sexo, só em casa no máximo aquele motel de 29,90 R$ duas horas, calcinha? Pode ser aquela da trifill que você ama porque é confortável, rosas? Meu amooor... Só tem datas especiais e olhe lá se ele lembrar! Ta vendo como o dia dos namorados e a data mais linda do calendário, mas se for pra lutar pra ter um companheiro assim uma vez no ano, é melhor aguardar mais um pouco e achar um que faça isso pra mim o ano todo, que seja merecedor de surpresinhas todas as noites, que me ache linda com aquele conjuntinho da Marisa fofíssimo que você achou do nada na loja e foi uma baba, que me mostre que independente de ter essas mulheres lindas por ai, ele me acha perfeita de todas as formas e a qualquer hora. 

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Fala aqui com meu sovaco .o>


Só cuidado pra num ter um infarto! #FicaADica ;)


foto roubada discaradamente no face de Lua.. suahsuahsa!!

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Seja indispensável para alguns...

                  Sempre fiquei pensando o que realmente seria necessário para me tornar especial para as pessoas, amigos um amor, e que essas pessoas olhassem para mim e falasse que quando ta comigo é agradável, que gosta da minha companhia, que realmente espera que eu nunca mais saia da vida dela, que faz questão de me ter sempre presente em sua vida, pois bem. Pensei que para ter tudo isso eu deveria abaixar a cabeça e aceitar opiniões que no momento ao meu ver não concordava porém “aceitava”, pois vinham de pessoas que diziam querer o meu bem. Pois bem, passam-se tempos, anos, dias, meses ou simplesmente horas e noto que não era bem aquilo que eu imaginava que era, pode até ser que eu esteja enganada mais é o que vejo e melhor, sinto! Acho que ninguém tem o direito de apontar para a cara de ninguém e ofender, julgar ou simplesmente falar o que pensa, imagine se todos falassem o que pensam? Quando bem quiser e pra quem quiser? Acho que não ia dar muito certo, amizades de romperiam, casamentos acabariam e relações lindas que levamos tempos para construir iriam virar pó!
                É realmente vivemos numa sociedade extremamente hipócrita, com muitos falsos moralistas e recalcados! É, sempre que aparece uma pessoa que faz o que bem entende, sendo errado ou não é taxado de inúmeras coisas que agora não vem ao caso, Por quê? Porque elas não seguem a regra de ser mais um exemplo de ser humano limitado e que reprime suas vontades apenas para fazer pose bonita para os outros?  Éh! Então se é pra ser assim, bonitinha paras agradar um povo que não me faz falta, não me adiciona nada, que a primeira coisa que faz quando você dar as costas e jogar um paralelepípedo na sua cabeça e te recriminar, sendo que há dois minutinhos atrás você era amigo, companheiro, confidente, você serve para fazer um favor, emprestar algo seu, dar seu colo quando essa pessoa mais precisa, confortar ela quando ninguém quer fazer, está junto quando ela um belo dia decide quebrar esse protocolo de imbecilidades impostas nessa sociedade linda e bem resolvida que vivemos e “acoitar” tudo que ela sempre teve vontade de fazer e você será a única pessoa que ela sabe que não vai apontar o dedo na sua cara e vai dizer!  - TU SÓ FAZ MERDA, INRREPONSSÁVEL! Não... De forma alguma, quem sou eu pra julgar alguém? Que direito eu tenho de dizer o que outra pessoa tem que fazer? Com que autoridade eu vou impor o que aquela pessoa faça tudo da forma que eu achar melhor, pelo simples fato de eu não concordar com o que ela quer fazer.
                É anormal quando uma pessoa decide que não quer participar de um ciclo de pessoas que a diversão maior é julgar a todos? É se isso é ser anormal eu vou ser anormal, se for normal querer impor como os outros tem que viver e se ele não seguir não poderá participar desse mundo rosa e cheio de boas pessoas que vocês vivem? Então ótimo, vou continuar sendo a ovelha negra e desgarrada do bando, sabe por quê? Tem quem goste dos negrinhos ;).



" [...] Quem me vê me ver sorrindo e vai ser sempre assim! "

quinta-feira, 12 de maio de 2011

Coisas de mulher!

Sério... tava lendo esse blog que foi divulgado no meu face de uma garota aqui de recife, SUPER recomento!! Choreii de rir!!!

Depilação


- “Tenta sim. Vai ficar lindo.” Foi assim que decidi, por livre e espontânea pressão de amigas, me render à depilação na virilha. Falaram que eu ia me sentir dez quilos mais leve. Mas acho que pentelho não pesa tanto assim. Disseram que meu namorado ia amar, que eu nunca mais ia querer outra coisa. Eu imaginava que ia doer, porque elas ao menos me avisaram que isso aconteceria. Mas não esperava que por trás disso, e bota por trás nisso, havia toda uma indústria pornô-ginecológica-estética. - “Oi, queria marcar depilação com a Penélope. - “Vai depilar o quê?” - “Virilha.” - “Normal ou cavada?” Parei aí. Eu lá sabia o que seria uma virilha cavada. Mas já que era pra fazer, quis fazer direito. - “Cavada mesmo.” - “Amanhã, às… deixa eu ver…13h?” - “Ok. Marcado.” Chegou o dia em que perderia dez quilos. Almocei coisas leves, porque sabia lá o que me esperava, coloquei roupas bonitas, assim, pra ficar chique. Escolhi uma calcinha apresentável. E lá fui. Assim que cheguei, Penélope estava esperando. Moça alta, mulata, bonitona. Oba, vou ficar que nem ela, legal. Pediu que eu a seguisse até o local onde o ritual seria realizado. Saímos da sala de espera e logo entrei num longo corredor. De um lado a parede e do outro, várias cortinas brancas. Por trás delas ouvia gemidos, gritos, conversas. Uma mistura de Calígula com O Albergue. Já senti um frio na barriga ali mesmo, sem desabotoar nem um botão. Eis que chegamos ao nosso cantinho: uma maca, cercada de cortinas. - “Querida, pode deitar.” Tirei a calça e, timidamente, fiquei lá estirada de calcinha na maca. Mas a Penélope mal olhou pra mim. Virou de costas e ficou de frente pra uma mesinha. Ali estavam os aparelhos de tortura. Vi coisas estranhas. Uma panela, uma máquina de cortar cabelo, uma pinça. Meu Deus , era O Albergue mesmo. De repente ela vem com um barbante na mão. Fingi que era natural e sabia o que ela faria com aquilo, mas fiquei surpresa quando ela passou a cordinha pelas laterais da calcinha e a amarrou bem forte. - “Quer bem cavada?” - “…é … é, isso.” Penélope então deixou a calcinha tampando apenas uma fina faixa da Abigail, nome carinhoso de meu órgão, esqueci de apresentar antes. - “Os pêlos estão altos demais. Vou cortar um pouco senão vai doer mais ainda. - “Ah, sim, claro. Claro nada, não entendia porra nenhuma do que ela fazia. Mas confiei. De repente, ela volta da mesinha de tortura com uma espátula melada de um líquido viscoso e quente (via pela fumaça). - “Pode abrir as pernas.” - “Assim?” - “Não, querida. Que nem borboleta, sabe? Dobra os joelhos e depois joga cada perna pra um lado.” - “Arreganhada, né?” Ela riu. Que situação. E então, Pê passou a primeira camada de cera quente em minha virilha virgem. Gostoso, quentinho, agradável. Até a hora de puxar. Foi rápido e fatal. Achei que toda a pele de meu corpo tivesse saído, que apenas minha ossada havia sobrado na maca. Não tive coragem de olhar. Achei que havia sangue jorrando até o teto. Até procurei minha bolsa com os olhos, já cogitando a possibilidade de ligar para o Samu. Tudo isso buscando me concentrar em minha expressão, para fingir que era tudo supernatural. Penélope perguntou se estava tudo bem quando me notou roxa. Eu havia esquecido de respirar. Tinha medo de que doesse mais. - “Tudo ótimo. E você?” Ela riu de novo como quem pensa “que garota estranha”. Mas deve ter aprendido a ser simpática para manter clientes. O processo medieval continuou. A cada puxada eu tinha vontade de espancar Penélope. Lembrava de minhas amigas recomendando a depilação e imaginava que era tudo uma grande sacanagem, só pra me fazer sofrer. Todas recomendam a todos porque se cansam de sofrer sozinhas. - “Quer que tire dos lábios?” - “Não, eu quero só virilha, bigode não.” - “Não, querida, os lábios dela aqui ó.” Não, não, pára tudo. Depilar os tais grandes lábios ? Putz, que idéia. Mas topei. Quem está na maca tem que se fuder mesmo. - “Ah, arranca aí. Faz isso valer a pena, por favor.” Não bastasse minha condição, a depiladora do lado invade o cafofinho de Penélope e dá uma conferida na Abigail. - “Olha, tá ficando linda essa depilação.” - “Menina, mas tá cheio de encravado aqui. Olha de perto.” Se tivesse sobrado algum pentelhinho, ele teria balançado com a respiração das duas. Estavam bem perto dali. Cerrei os olhos e pedi que fosse um pesadelo. - “Me leva daqui, Deus, me teletransporte”. - Só voltei à terra quando entre uns blábláblás ouvi a palavra pinça. - “Vou dar uma pinçada aqui porque ficaram um pelinhos, tá?” - “Pode pinçar, tá tudo dormente mesmo, tô sentindo nada.” Estava enganada. Senti cada picadinha daquela pinça filha da puta arrancar cabelinhos resistentes da pele já dolorida. E quis matá-la. Mas mal sabia que o motivo para isso ainda estava por vir. - “Vamos ficar de lado agora?” - “Hein?” - “Deitar de lado pra fazer a parte cavada.” Pior não podia ficar. Obedeci à Penélope. Deitei de ladinho e fiquei esperando novas ordens. - “Segura sua bunda aqui?” - “Hein?” - “Essa banda aqui de cima, puxa ela pra afastar da outra banda.” Tive vontade de chorar. Eu não podia ver o que Pê via. Mas ela estava de cara para ele, o olho que nada vê… Quantos haviam visto, à luz do dia, aquela cena? Nem minha ginecologista. Quis chorar, gritar, peidar na cara dela, como se pudesse envenená-la. Fiquei pensando nela acordando à noite com um pesadelo. O marido perguntaria: - “Tudo bem, Pê?” - “Sim… sonhei de novo com o fiofó de uma cliente.” Mas de repente fui novamente trazida para a realidade. Senti o aconchego falso da cera quente besuntando meu twin peaks. Não sabia se ficava com mais medo da puxada ou com vergonha da situação. Sei que ela deve ver mil cús por dia. Aliás, isso até aliviava minha situação. Por que ela lembraria justamente do meu entre tantos? E aí me veio o pensamento: peraí, mas tem cabelo lá? Fui impedida de desfiar o questionamento. Pê puxou a cera. Achei que a bunda tivesse ido toda embora. Num puxão só, Pê arrancou qualquer coisa que tivesse ali. Com certeza não havia nem uma preguinha pra contar a história mais. Mordia o travesseiro e grunhia ao mesmo tempo. Sons guturais, xingamentos, preces, tudo junto. - “Vira agora do outro lado.” Porra.. por que não arrancou tudo de uma vez? Virei e segurei novamente a bandinha. E então, piora. A bruaca da salinha do lado novamente abre a cortina. - Penélope, empresta um chumaço de algodão? Apenas uma lágrima solitária escorreu de meus olhos. Era dor demais, vergonha demais. Aquilo não fazia sentido. Estava me depilando pra quem? Ninguém ia ver o tobinha tão de perto daquele jeito. Só mesmo Penélope. E agora a vizinha inconveniente. - “Terminamos. Pode virar que vou passar maquininha.” - “Máquina de quê?!” - “Pra deixar ela com o pêlo baixinho, que nem campo de futebol.” - “Dói?” - “Dói nada.” - “Tá, passa essa merda…” - “Baixa a calcinha, por favor.” Foram dois segundos de choque extremo. Baixe a calcinha!!!…como alguém fala isso sem antes pegar no peitinho? Mas o choque foi substituído por uma total redenção. Ela viu tudo, da perereca ao cú. O que seria baixar a calcinha? E essa parte não doeu mesmo, foi até bem agradável. ” - Prontinha. Posso passar um talco?” - “Pode, vai lá, deixa a bicha grisalha.” - “Tá linda! Pode namorar muito agora.” Namorar…namorar… eu estava com sede de vingança. Admito que o resultado é bonito, lisinho, sedoso . Mas doía e incomodava demais. Queria matar minhas amigas. Queria virar feminista, morrer peluda, protestar contra isso. Queria fazer passeatas, criar uma lei antidepilação cavada.



P.s.: eu tinha que por essa foto aqui... ushaushauhsaushahusuhshuauhasuhshuushusha